Já há algum tempo não posto nada referente a minha vida e as coisas que vêm acontecendo nos últimos meses! E que bom, Bel, que o teu conselho para que eu não abandonasse definitivamente o blog, esteja me servindo em momentos como este, onde poderei guardar as minhas impressões sobre diversas coisas na minha vida neste momento e poder reler daqui a algum tempo. Valeu o conselho! ;)
Bem, existem muitas coisas que tento compreender [algumas sem sucesso]; não posso entender porque dar uma dimensão a problemas de tal modo que eles não te permitam viver algo e até mesmo fazer com que não lutemos por algo que no fundo queremos mais do que a qualquer outra coisa!!
Não consigo compreender como podemos entregar os pontos por medo de sofrermos lá na frente [quando nem se sabe se isto vai ocorrer]. Por que tanto medo de viver algo que é a melhor coisa da nossa vida por achar que algo de ruim vai ocorrer, como se não conseguissemos aceitar ser dignos daquilo que estamos vivendo??
Como abrir mão daquilo que nos faz tão felizes [talvez como nunca nas nossas vidas] e achar isto lógico, sensato, racional?! O sensato para mim [quase como um instinto de sobrevivência] é buscarmos a felicidade!
Como temer viver, aproveitar o aqui e o agora, tirar experiências próprias das situações que se apresentam, só porque já vimos ou ouvimos situações ruins?
Já disse muitas vezes que rejeito a maturidade que me faz ser sensato [e frio] o suficiente para deixar de viver intensamente algo maravilhoso, por temer "quebrar a cara".
Por que ter que pagar sempre um preço alto [às vezes até demais] por tentar ser sincero, ser transparente e dizer aquilo que pensa!
Poxa... tem vezes que eu me sinto como que esmorecendo, deixando de acreditar nas pessoas e na possibilidade de viverem uma vida simples e intensa! Têm vezes que me sinto tão isolado, tão só em meio a tanta coisa comum [isto não significa que eu esteja dizendo que estou certo, só não concordo e não gosto muito do que vejo comumente].
À uma vida medíocre talvez eu venha a preferir não continuar vivo! Tem o título de um filme que diz muito do que eu queria para mim e para as pessoas ao meu redor: "Por Uma Vida Menos Ordinária". Não o assisti, nem sei do que se trata [com um título destes, irei assisti-lo sem dúvida], mas é uma idéia que tenho da vida [sendo bem simplista, vamos por assim dizer].
Poxa, eu percebo as coisas que passei nesta vida [e agradeço por cada uma das minhas experiências] pra pensar como penso hoje. Sei que passamos por processos evolutivos na nossa vida, ou melhor, acho que a vida nos proporciona algumas situações que podem nos ajudar a crescer, mas o que cada um abstrai destas situações é muito pessoal. O considerar uma evolução é igualmente subjetivo!
Sei lá... ando me decepcionando com as pessoas, com as suas visões distorcidas da vida [ou será que eu que tenho uma visão turva?]. O problema é que não quero mudar e me "enquadrar" mais a este esquema! :(
Vivi uma farsa durante alguns anos [por culpa minha é bem verdade], mas o problema é que as pessoas parecem querer isto! Aparências parecem ser a coisa que mais importa... é mostrar e tentar se tornar para os outros aquilo que eles pensam de nós e não tentar o contrário! Poxa, sei que a forma de encarar a vida é determinante para a postura de cada um! Eu não creio em nada além disto e penso que eu só tenho este "momento" para ser feliz! E quem me conhece sabe o quanto eu luto por isto!
Pô... não quero chegar lá na frente e me sentir arrependido de não ter ao menos tentado!
É foda você tentar viver a tua vida da forma mais intensa e carregar o estigma de efêmero. É muito ruim reconhecer que erros foram cometidos, praticados em outras circunstâncias, não ser compreendido e carregar o peso disto por não sei quanto tempo por não compreenderem que somos mutáveis!
Um amigo me disse que algumas pessoas vêm ao mundo para fazer sacrifícios! [?!?] Se é assim, espero não ser um desses "escolhidos". Ou se eu for, espero que o sacrifício exigido não seja o de abrir mão de tentar me sentir feliz a cada dia! Por minha felicidade e das pessoas ao meu redor posso topar sacrifícios, mas se não trouxer felicidade, nem cogito a idéia!
Putz! Por que sofrer se podemos ser felizes?? Sei que às vezes não dá pra ser ao lado de quem queremos [mas aí só vale quando um dos dois não quer]. Não posso insistir se não me querem e gostaria que fizessem o mesmo quando fosse comigo [eu não quisesse a outra pessoa]. Mas se não é assim, porque viver um sofrimento desnecessário?? Há algo que nos dê mais força do que estar ao lado de quem amamos e que sabemos nos amar??
Vivo, já há algum tempo, um momento de grande aprendizado. Tenho buscado novas formas de se enxergar a vida; penso que me tornei mais tolerante com as pessoas; aprendi a julgar menos [e isto foi um processo interno que me permitiu a quebra de algumas idéias que só me limitavam]; aprendi até mesmo a chorar [agora enquanto escrevo, por exemplo, choro "copiosamente" - você que adora esta expressão, hein Bruno?!]. Reforcei alguns valores na minha vida, outros voltaram de forma muito intensa!
Em verdade vivo um momento que é um turbilhão de sensações, pensamentos, desejos, planos [quem diria?], sonhos, etc. Quero tantas coisas na minha vida, penso ter tanto por fazer e por viver!
Talvez a minha idéia pareça reducionista para alguns, mas acho que a maioria das coisas na nossa vida são simples assim!
A minha intenção é criar um espaço para troca de informações e opiniões sobre diversos temas; ainda que não seja expert em nada, não gosto de ficar em cima do muro... gosto de falar e dar a minha opinião sobre os mais diversos temas, ainda que eu possa parecer polêmico aos olhos de alguns! Espero que curtam o espaço!
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3.2.07
26.12.06
Impressões sobre a vida e otras cositas más!
Estive ponderando estes dias sobre a continuidade ou não deste blog; a verdade é que tenho sido muito relapso com ele. Sinto-me meio desmotivado às vezes [insisto que a falta de criatividade e a ausência de facilidade em transcrever sentimentos são grandes obstáculos], mas há outros momentos em que sinto a necessidade de registrar o que me acontece, ainda que seja incompreensível para algumas pessoas o que posto aqui! Bem, por ora e após uma rápida conversa resolvi dar continuidade ao mesmo; quero poder registrar algumas sensações ou idéias que me ocorrem neste momento tão incrível da minha vida! Creio que será legal sentar daqui a alguns anos e reler alguns dos meus momentos aqui transcritos! Além do mais sei que algumas pessoas que são muito importantes para mim, volta e meia vêm aqui pra ver como estou!!
Tenho vivido dias excepcionalmente marcantes. E, justamente neste período, talvez eu esteja tomando a maior decisão da minha vida. Agora tenho a convicção de que o maior compromisso que tenho nesta vida é com a minha felicidade, é a de buscar viver a maior quantidade de momentos felizes. É claro que não quero causar dor a quem quer que seja, mas infelizmente é inevitável que isto venha a ocorrer em alguns casos [da mesma forma que podem me causar devido a alguma decisão que diretamente me atinja].
Toda grande decisão envolve perdas e ganhos e creio que o que devemos ponderar é sobre o tipo de satisfação que buscamos! Às vezes aos olhos de todos estamos fazendo sacrifícios maiores, aparentemente perdendo bem mais, mas devemos ter idéia de que o que alcançaremos, mesmo com tantas perdas, é uma satisfação que valha de fato a pena!
Sempre acreditei que a vida foi muito generosa comigo, me permitindo experiências que me ensinassem algo ou colocando pessoas que muito têm contribuido no meu processo de ser alguém melhor a cada dia!
Até comentei com dois amigos do G-6 [eu sei que poucos entenderão] que parecia que ela estava mostrando o seu lado mais sisudo para mim! Mas já estou desfazendo esta idéia novamente... ela [a vida] sempre dá um jeitinho, por pior que pareça a situação, de me sorrir. Mas querem saber? Nunca fui de me lamuriar muito, de ficar chateado quando surgia um obstáculo, nunca exigi demais dela... acho que isto fez com que ela gostasse de mim e me oferecesse boas pessoas e boas experiências!! :))
Acho que não devemos abandonar as nossas conquistas e tudo o que construímos, mas não podemos nos "limitar" a apenas estas conquistas... temos tanto por descobrir, tanto por viver!! Por pensar desta forma alguns talvez me entendam como efêmero, mas não me vejo desta forma... penso que o não se limitar significa se dar a oportunidade de viver da forma mais intensa aquilo que está ao nosso alcance! Eu, sem dúvida, não gostaria nunca de abandonar algumas conquistas [se é que você me entende, Beca!] ;)
Percebo também que algo é fato para mim: a sensação de não me sentir como o tomador de decisões na minha vida é um tanto quanto incômoda! Creio que por isto não quero ser fatalista e acreditar em destino ou qualquer força que tenha pré-determinado a minha existência! Rejeito qualquer força superior como controlador dela ou qualquer pessoa que queira decidir por mim!
Isto me deixa ainda mais impotente frente a grandiosidade da vida! Pode parecer idiota, mas quero carregar comigo a idéia de que são méritos meus os sucessos... assim como também credito a mim os deméritos que porventura colho! Acho muito vazia a idéia de que tudo vai acontecer por que as "coisas" conspiram neste sentido [desculpe pela incredulidade, Bel; talvez um dia eu consiga compreender este algo mais!]. Algumas vezes esperei que elas conspirassem e a coisa acabou não ocorrendo! Sei lá... imagino que se elas não ocorreram foi por uma ação [ou omissão] da minha parte ou de outras pessoas envolvidas! Sei lá... esta idéia dá um peso maior ao meu viver, ao meu ver! :))
Bem, vejo que está tudo aí... para ser conquistado!! Lógico que escolhemos as nossas prioridades; alguns querem um excelente emprego, com uma ótima remuneração [isto não é, em verdade, uma má idéia], um carro importado, uma puta casa na qual quase se perca, acumular riquezas e tal; outros preferem curtir um belo por do sol, tendo uma excepcional companhia, atrás do Farol da Barra, sentados na grama, picados por formiguinhas, sendo abordados por figuras interessantíssimas que vendam colares... e talvez consigam rir bem mais do que as primeiras, talvez consigam estar mais feliz do que os acumuladores de bens!! É relativo, seu sei. Vai da importância que cada um dá a cada momento! Vai da sensibilidade que cada um tem para se sentir feliz com as coisas "simples", mas acho que não é preciso complicar tanto este momento curto e mágico que é a vida!! Afinal a felicidade não é o fim, é, antes, o caminho! E eu sei que algumas pessoas compreendem isto muito bem! ;)
Tenho vivido dias excepcionalmente marcantes. E, justamente neste período, talvez eu esteja tomando a maior decisão da minha vida. Agora tenho a convicção de que o maior compromisso que tenho nesta vida é com a minha felicidade, é a de buscar viver a maior quantidade de momentos felizes. É claro que não quero causar dor a quem quer que seja, mas infelizmente é inevitável que isto venha a ocorrer em alguns casos [da mesma forma que podem me causar devido a alguma decisão que diretamente me atinja].
Toda grande decisão envolve perdas e ganhos e creio que o que devemos ponderar é sobre o tipo de satisfação que buscamos! Às vezes aos olhos de todos estamos fazendo sacrifícios maiores, aparentemente perdendo bem mais, mas devemos ter idéia de que o que alcançaremos, mesmo com tantas perdas, é uma satisfação que valha de fato a pena!
Sempre acreditei que a vida foi muito generosa comigo, me permitindo experiências que me ensinassem algo ou colocando pessoas que muito têm contribuido no meu processo de ser alguém melhor a cada dia!
Até comentei com dois amigos do G-6 [eu sei que poucos entenderão] que parecia que ela estava mostrando o seu lado mais sisudo para mim! Mas já estou desfazendo esta idéia novamente... ela [a vida] sempre dá um jeitinho, por pior que pareça a situação, de me sorrir. Mas querem saber? Nunca fui de me lamuriar muito, de ficar chateado quando surgia um obstáculo, nunca exigi demais dela... acho que isto fez com que ela gostasse de mim e me oferecesse boas pessoas e boas experiências!! :))
Acho que não devemos abandonar as nossas conquistas e tudo o que construímos, mas não podemos nos "limitar" a apenas estas conquistas... temos tanto por descobrir, tanto por viver!! Por pensar desta forma alguns talvez me entendam como efêmero, mas não me vejo desta forma... penso que o não se limitar significa se dar a oportunidade de viver da forma mais intensa aquilo que está ao nosso alcance! Eu, sem dúvida, não gostaria nunca de abandonar algumas conquistas [se é que você me entende, Beca!] ;)
Percebo também que algo é fato para mim: a sensação de não me sentir como o tomador de decisões na minha vida é um tanto quanto incômoda! Creio que por isto não quero ser fatalista e acreditar em destino ou qualquer força que tenha pré-determinado a minha existência! Rejeito qualquer força superior como controlador dela ou qualquer pessoa que queira decidir por mim!
Isto me deixa ainda mais impotente frente a grandiosidade da vida! Pode parecer idiota, mas quero carregar comigo a idéia de que são méritos meus os sucessos... assim como também credito a mim os deméritos que porventura colho! Acho muito vazia a idéia de que tudo vai acontecer por que as "coisas" conspiram neste sentido [desculpe pela incredulidade, Bel; talvez um dia eu consiga compreender este algo mais!]. Algumas vezes esperei que elas conspirassem e a coisa acabou não ocorrendo! Sei lá... imagino que se elas não ocorreram foi por uma ação [ou omissão] da minha parte ou de outras pessoas envolvidas! Sei lá... esta idéia dá um peso maior ao meu viver, ao meu ver! :))
Bem, vejo que está tudo aí... para ser conquistado!! Lógico que escolhemos as nossas prioridades; alguns querem um excelente emprego, com uma ótima remuneração [isto não é, em verdade, uma má idéia], um carro importado, uma puta casa na qual quase se perca, acumular riquezas e tal; outros preferem curtir um belo por do sol, tendo uma excepcional companhia, atrás do Farol da Barra, sentados na grama, picados por formiguinhas, sendo abordados por figuras interessantíssimas que vendam colares... e talvez consigam rir bem mais do que as primeiras, talvez consigam estar mais feliz do que os acumuladores de bens!! É relativo, seu sei. Vai da importância que cada um dá a cada momento! Vai da sensibilidade que cada um tem para se sentir feliz com as coisas "simples", mas acho que não é preciso complicar tanto este momento curto e mágico que é a vida!! Afinal a felicidade não é o fim, é, antes, o caminho! E eu sei que algumas pessoas compreendem isto muito bem! ;)
7.12.06
Desabafos ininteligíveis!
Será que é tão difícil entender que todos temos o direito de buscar a felicidade da forma que melhor nos convêm [desde que isto não interfira diretamente na possibilidade do outro buscá-la também]??
É tão difícil gostar ou amar as outras pessoas para entender que nem sempre as coisas são como queremos que sejam e consigamos nos alegrar pelo fato de que a outra, sendo sincera, não quer apenas levar uma vida morna??
Até onde o nosso rancor ou orgulho excessivo é capaz de tornar um ato digno [ainda que seja consigo mesmo] da outra parte em uma declaração velada [ou explícita mesmo] de guerra??
Por que impedir, atrapalhar, ficar infeliz só por não mais TER [no sentido de posse mesmo] a outra pessoa só por ela querer trilhar um caminho diferente??
Por que não viver aquilo em que acreditamos de fato?? Por que não??????
Por que tantas satisfações para tantas pessoas que não se preocupam tanto assim se estamos ou não felizes??
Ah!
Eu sei que existem sonhos, projetos, planos, renúncias e tantas outras coisas... mas a vida nem sempre é estanque. Devemos entender que algumas coisas por vezes mudam. Projetos outrora sonhados podem ser mudados ou abandonados quando se muda o foco das prioridades, dos desejos; quando mudamos ou compreendemos a nossa essência uma nova vida e uma nova maneira de encará-la se faz necessária.
Por mais óbvio que possa parecer: a minha vida DEVE ser vivida. Ainda que não abandone a idéia de alguns projetos, tenho consciência de que eles podem não se realizar! Sei que assim pode ser a vida! Nem sempre do jeito que eu quero... mas sei de muitas coisas que quero e uma delas é não ficar de forma passiva esperando as coisas acontecerem!
Pra mim o que acontece naturalmente, sem interferência nossa, são fenômenos da natureza!! :P
Quanta merda.... mas tá dito!!
É tão difícil gostar ou amar as outras pessoas para entender que nem sempre as coisas são como queremos que sejam e consigamos nos alegrar pelo fato de que a outra, sendo sincera, não quer apenas levar uma vida morna??
Até onde o nosso rancor ou orgulho excessivo é capaz de tornar um ato digno [ainda que seja consigo mesmo] da outra parte em uma declaração velada [ou explícita mesmo] de guerra??
Por que impedir, atrapalhar, ficar infeliz só por não mais TER [no sentido de posse mesmo] a outra pessoa só por ela querer trilhar um caminho diferente??
Por que não viver aquilo em que acreditamos de fato?? Por que não??????
Por que tantas satisfações para tantas pessoas que não se preocupam tanto assim se estamos ou não felizes??
Ah!
Eu sei que existem sonhos, projetos, planos, renúncias e tantas outras coisas... mas a vida nem sempre é estanque. Devemos entender que algumas coisas por vezes mudam. Projetos outrora sonhados podem ser mudados ou abandonados quando se muda o foco das prioridades, dos desejos; quando mudamos ou compreendemos a nossa essência uma nova vida e uma nova maneira de encará-la se faz necessária.
Por mais óbvio que possa parecer: a minha vida DEVE ser vivida. Ainda que não abandone a idéia de alguns projetos, tenho consciência de que eles podem não se realizar! Sei que assim pode ser a vida! Nem sempre do jeito que eu quero... mas sei de muitas coisas que quero e uma delas é não ficar de forma passiva esperando as coisas acontecerem!
Pra mim o que acontece naturalmente, sem interferência nossa, são fenômenos da natureza!! :P
Quanta merda.... mas tá dito!!
Textos para um pouco de reflexão!
Nem sempre tudo é tão complicado como parece; nem sempre é tão simples como querem nos fazer crer.
Eu não acredito em muitas coisas além das que consigo comprovar ou sentir de fato, mas busco o caminho de estar bem comigo e com as pessoas que me rodeiam e sei que não existe uma receita para isto! Tento aprender com meus erros, com as experiências vividas pelas outras pessoas... tento me tornar alguém melhor a cada dia! Este é um dos principais objetivos que tenho na minha vida! Quero ser alguém feliz a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo... tanto quanto me seja possível e com aquilo que a vida me oferece!
Não quero fazer sacrifícios que sejam realmente custosos para conquistas a longo prazo... a verdade é que tenho pressa em viver momentos felizes! Não projeto vivê-los daqui a 1, 5, 10 anos!! Nem sei se estarei lá pra curtir o final deste projeto! :P
O que mais urge em minha vida é a necessidade de estar feliz e de fazer as pessoas ao meu lado assim também se sentirem!
Ainda que eu odeie livros de auto-ajuda, lá vão mais dois textos que ajudam na reflexão sobre o que somos e sobre o que queremos. O primeiro, de Fernando Pessoa, intitulado "Poema em Linha Reta" me remete à idéia de que por vezes buscamos parecer ser algo que não somos de fato e de nos preocuparmos em esconder aquilo que parece nos tornar execrável aos olhos dos outros. Nada como termos consciência de nossas limitações e, caso entendamos como algo negativo, buscarmos a correção disto pelo fato de incomodar principalmente a nós mesmos!!
Quero que me amem como eu sou, se possível!!
Poema em linha reta
Fernando Pessoa
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil.
Eu tantas vezes irrespondívelmente parasita,
Indesculpavelmente parasita.
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante.
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo
Toda gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho;
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!
Não, são todos o "Ideal", se os ouço e me falam.
Que há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
O segundo texto foi um que vi no blog de uma pessoa muito especial pra mim [Mabel], que, diga-se de passagem, tem muitos textos legais [principalmente os que ela posta]. Putz! Ao ler algo do tipo vejo como por vezes tenho sido covarde [mas buscando melhorar neste aspecto], como negligenciamos a nossa felicidade em troca de experiências mornas! Bem deixa eu postar logo:
Quase...
Sarah Westphal Batista da Silva
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance; para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Eu não acredito em muitas coisas além das que consigo comprovar ou sentir de fato, mas busco o caminho de estar bem comigo e com as pessoas que me rodeiam e sei que não existe uma receita para isto! Tento aprender com meus erros, com as experiências vividas pelas outras pessoas... tento me tornar alguém melhor a cada dia! Este é um dos principais objetivos que tenho na minha vida! Quero ser alguém feliz a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo... tanto quanto me seja possível e com aquilo que a vida me oferece!
Não quero fazer sacrifícios que sejam realmente custosos para conquistas a longo prazo... a verdade é que tenho pressa em viver momentos felizes! Não projeto vivê-los daqui a 1, 5, 10 anos!! Nem sei se estarei lá pra curtir o final deste projeto! :P
O que mais urge em minha vida é a necessidade de estar feliz e de fazer as pessoas ao meu lado assim também se sentirem!
Ainda que eu odeie livros de auto-ajuda, lá vão mais dois textos que ajudam na reflexão sobre o que somos e sobre o que queremos. O primeiro, de Fernando Pessoa, intitulado "Poema em Linha Reta" me remete à idéia de que por vezes buscamos parecer ser algo que não somos de fato e de nos preocuparmos em esconder aquilo que parece nos tornar execrável aos olhos dos outros. Nada como termos consciência de nossas limitações e, caso entendamos como algo negativo, buscarmos a correção disto pelo fato de incomodar principalmente a nós mesmos!!
Quero que me amem como eu sou, se possível!!
Poema em linha reta
Fernando Pessoa
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil.
Eu tantas vezes irrespondívelmente parasita,
Indesculpavelmente parasita.
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante.
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo
Toda gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho;
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!
Não, são todos o "Ideal", se os ouço e me falam.
Que há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
O segundo texto foi um que vi no blog de uma pessoa muito especial pra mim [Mabel], que, diga-se de passagem, tem muitos textos legais [principalmente os que ela posta]. Putz! Ao ler algo do tipo vejo como por vezes tenho sido covarde [mas buscando melhorar neste aspecto], como negligenciamos a nossa felicidade em troca de experiências mornas! Bem deixa eu postar logo:
Quase...
Sarah Westphal Batista da Silva
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance; para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
6.11.06
Instantes!!
Há algum tempo me deparei com esta poesia [que mais considero uma lição de vida, independente de ter sido realmente a experiência de quem a escreveu ou não]. De qualquer sorte me soa tão sincera, que me marcou profundamente e comecei a refletir sobre o que é que de fato vale a pena na nossa vida! Eu que tanto odeio os manuais de auto-ajuda dos Lair Ribeiros e Ivan Curys da vida, me rendi a este pequeno poema que não foge do famigerado rótulo! :P
Mas tudo bem, assim é a vida a nos pregar peças! :))
Os que hoje me conhecem sabem o que penso, mas só os que me conhecem há muitos anos sabem das mudanças que aconteceram na minha vida, por conta de encarar as coisas de uma forma diferente! Hoje entendo que a felicidade não é o fim... é o caminho!! Tento/busco momentos felizes nas experiências mais singelas, e não me envergonho de afirmar que o texto que segue abaixo tem grande influência nisto! A propósito, quando tive acesso ao texto, o mesmo era atribuído a Jorge Luis Borges [grande escritor argentino]; com o passar do tempo, li que o mesmo era de autoria de uma americana chamada Nadine Stair. Mais recentemente li um artigo no qual nega a autoria aos dois nomes anteriores. Diz ser de um escritor e humorista [!!!] chamado Don Herald; bem, mais isto para mim é o que menos importa agora! Vamos ao texto.
Mas tudo bem, assim é a vida a nos pregar peças! :))
Os que hoje me conhecem sabem o que penso, mas só os que me conhecem há muitos anos sabem das mudanças que aconteceram na minha vida, por conta de encarar as coisas de uma forma diferente! Hoje entendo que a felicidade não é o fim... é o caminho!! Tento/busco momentos felizes nas experiências mais singelas, e não me envergonho de afirmar que o texto que segue abaixo tem grande influência nisto! A propósito, quando tive acesso ao texto, o mesmo era atribuído a Jorge Luis Borges [grande escritor argentino]; com o passar do tempo, li que o mesmo era de autoria de uma americana chamada Nadine Stair. Mais recentemente li um artigo no qual nega a autoria aos dois nomes anteriores. Diz ser de um escritor e humorista [!!!] chamado Don Herald; bem, mais isto para mim é o que menos importa agora! Vamos ao texto.
INSTANTES
Se eu pudesse viver novamente minha vida, Na próxima,
trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito... relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido;
na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico, correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e
produtivamente cada minuto da vida: claro que tive momentos
de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter
somente bons momentos. Porque, se não sabem, disso é feita
avida, só de momentos; não perca o agora. Eu era um desses
que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de
água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse
a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no
começo da primavera e continuaria assim até o fim do
outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais
amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra
vida pela frente. Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que
estou morrendo.
Se eu pudesse viver novamente minha vida, Na próxima,
trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito... relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido;
na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico, correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e
produtivamente cada minuto da vida: claro que tive momentos
de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter
somente bons momentos. Porque, se não sabem, disso é feita
avida, só de momentos; não perca o agora. Eu era um desses
que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de
água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse
a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no
começo da primavera e continuaria assim até o fim do
outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais
amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra
vida pela frente. Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que
estou morrendo.
4.11.06
Leva-se muito tempo para ser jovem!!
A frase acima, atribuída a Picasso, foi-me dita por um grande amigo na segunda-feira. Foi um dia excepcional, pois há muito não o via e pudemos matar a grande saudade que estávamos sentindo um do outro! Nos encontramos por volta das 13 horas, sendo que ele tinha compromisso às 14 hs [aula na universidade]. Neste ínterim conversei com ele sobre alguns aspectos da minha vida [os mais marcantes neste momento] e ele também falou-me acerca dos acontecimentos mais recentes e igualmente marcantes. Adoro esta coisa de poder trocar experiências, saber das vivências de cada um e o que foi abstraído das situações vivenciadas.
Ele acabou não indo para a aula [cursa Dança na UFBA] e pudemos estender a conversa por toda à tarde. Fomos ao restaurante do Teatro Castro Alves [Salvador/BA].
O mais interessante nisto tudo é que começamos a falar a respeito da idade e como as pessoas parecem ir perdendo a sua chama, a sua sede de vida! Falei-lhe que busco, e acredito que sempre buscarei, viver intensamente os momentos que a vida puder me proporcionar de ser feliz! Daí ele me falou a frase de Picasso, que me serviu como título deste post ["Leva-se muito tempo para ser jovem"].
Ainda lá, decidimos assistir a um filme, num local do circuito alternativo de Salvador, que é a Sala de Arte do Museu Geológico da Bahia! Putz! Eu não conhecia, mas achei o lugar por demais aprazível!! :)
Não sabíamos que filme estava rolando naquele horário e ao adentrarmos vimos que naquele momento estava para começar o filme "Elsa e Fred, Um Amor de Paixão", do qual comentarei logo a seguir. De qualquer sorte foi um dia excepcional! O que mais achei incrível é que [isto só descobri agora e acho que ele nem sabe], na parte superior do cartaz do filme está a frase de Picasso que ele havia me dito!
Este filme ficou marcado por ter proporcionado o melhor dia que vivi em muito tempo [não se enganem, pois não falo exatamente desta mesma segunda onde estive com Marcos, que, é lógico, foi maravilhosa!].
Agora vamos ao filme!
Bem, esta excepcional produção argentina [com co-produção espanhola], conta a história de um casal com idade superior a 80 anos. Elsa [China Zorrilla] mostra uma vitalidade de causar inveja a maioria das pessoas que conheço!! Ela conhece Fred [Manuel Alexandre], que havia perdido a esposa há 7 meses. Ele se mostra apático em virtude do recente acontecimento e parece somente estar aguardando o dia da sua morte. Isto até a excepcional Elsa entrar em sua vida e passar a proporcionar a ele [pasmem!] os momentos mais felizes de sua vida!
Em meio a situações engraçadas e inusitadas, o filme é uma lição! Mostra que nunca é tarde para realizar sonhos e viver novas experiências! Assisti poucos filmes este ano, mas sem dúvida este é o melhor, até o momento!
Os nossos hermanos estão de parabéns!!
Ele acabou não indo para a aula [cursa Dança na UFBA] e pudemos estender a conversa por toda à tarde. Fomos ao restaurante do Teatro Castro Alves [Salvador/BA].
O mais interessante nisto tudo é que começamos a falar a respeito da idade e como as pessoas parecem ir perdendo a sua chama, a sua sede de vida! Falei-lhe que busco, e acredito que sempre buscarei, viver intensamente os momentos que a vida puder me proporcionar de ser feliz! Daí ele me falou a frase de Picasso, que me serviu como título deste post ["Leva-se muito tempo para ser jovem"].
Ainda lá, decidimos assistir a um filme, num local do circuito alternativo de Salvador, que é a Sala de Arte do Museu Geológico da Bahia! Putz! Eu não conhecia, mas achei o lugar por demais aprazível!! :)
Não sabíamos que filme estava rolando naquele horário e ao adentrarmos vimos que naquele momento estava para começar o filme "Elsa e Fred, Um Amor de Paixão", do qual comentarei logo a seguir. De qualquer sorte foi um dia excepcional! O que mais achei incrível é que [isto só descobri agora e acho que ele nem sabe], na parte superior do cartaz do filme está a frase de Picasso que ele havia me dito!
Este filme ficou marcado por ter proporcionado o melhor dia que vivi em muito tempo [não se enganem, pois não falo exatamente desta mesma segunda onde estive com Marcos, que, é lógico, foi maravilhosa!].
Agora vamos ao filme!
Bem, esta excepcional produção argentina [com co-produção espanhola], conta a história de um casal com idade superior a 80 anos. Elsa [China Zorrilla] mostra uma vitalidade de causar inveja a maioria das pessoas que conheço!! Ela conhece Fred [Manuel Alexandre], que havia perdido a esposa há 7 meses. Ele se mostra apático em virtude do recente acontecimento e parece somente estar aguardando o dia da sua morte. Isto até a excepcional Elsa entrar em sua vida e passar a proporcionar a ele [pasmem!] os momentos mais felizes de sua vida!Em meio a situações engraçadas e inusitadas, o filme é uma lição! Mostra que nunca é tarde para realizar sonhos e viver novas experiências! Assisti poucos filmes este ano, mas sem dúvida este é o melhor, até o momento!
Os nossos hermanos estão de parabéns!!
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